Novo Enem:Dicas para uma boa redação

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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Duas atividades desenvolvidas no curso

Digitando sem teclado: possibilidades do Dasher
         Em um primeiro momento, achei que não conseguiria escrever e acabei fechando o Dasher.Mais tarde, não tão ansiosa como da primeira vez, abri o Dasher, concentrei e mal movimentei o mouse e escrevi “Educação inclusiva” com a maior facilidade.É só empurrar as letrinhas para a esquerda e pelo centro da linha.Quando peguei o jeito e conclui a tarefa, parecia uma criança escrevendo pela primeira vez.Imagino a sensação que os PNEEs sentem e a importância do Dasher para eles.A dificuldade encontrada foi em razão da minha ansiedade em escrever sem observar o que acontecia com as letras.No momento em que me concentrei e segui as instruções da atividade consegui alcançar o resultado.
Testando o Dosvox

O programa Dosvox é realmente muito interessante, mas tive muita dificuldade para realização da tarefa, pois não conseguia escrever o texto corretamente.Tentei várias vezes e desisti na metade da frase. Achei o Dasher bem mais fácil de manusear.Não sei se tem a ver, mas minha memória é muito visual, independente disso, assim que tiver um tempinho,vou treinar no Dosvox.Quanto ao uso do Dasher, já estou treinando para utilizá-lo com a Julia, uma de nossas alunas que participa da sala de recursos.

domingo, 26 de setembro de 2010

No meio do caminho


                                   Carlos Drummond de Andrade

No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.


Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.

Artigo sobre Tecnologia Assistiva

Tecnologia assistiva para uma escola inclusiva: apropriação, demandas e perspectivas.

Autoria:

Teófilo Alves Galvão Filho
 

Resumo:

Num mundo em profundas e aceleradas transformações, a Tecnologia Assistiva emerge como uma área do conhecimento e de pesquisa que tem se revelado como um importante horizonte de novas possibilidades para a autonomia e inclusão social dos alunos com deficiência. Na busca de entender e discutir como a “instituição Escola” tem percebido e vivenciado essas possibilidades em suas práticas e processos, principalmente os relacionados com a Educação Inclusiva, esta pesquisa estudou, através de uma abordagem de Estudo de Caso, o processo de apropriação e uso da Tecnologia Assistiva por escolas públicas de Ensino Básico do município de Salvador, Bahia, tecnologia essa necessária para a inclusão de alunos com deficiência em suas salas de aula. O estudo foi operacionalizado por meio de entrevistas realizadas em quatro escolas com os profissionais que vivenciam e gerenciam mais diretamente essas realidades, que são os seus gestores, professores, coordenadores pedagógicos e os responsáveis por Salas de Recursos. Nesse sentido, a pesquisa fundamentou-se no pensamento de Bronfenbrenner sobre o modelo ecológico de
desenvolvimento, e também na perspectiva sócio-histórica proposta por Vygotsky, mais particularmente nos seus Fundamentos de Defectologia, além do suporte teórico sobre Educação Inclusiva encontrado em autores como Mantoan, Baptista, Miranda, Manzini,
Rodrigues e outros, e sobre a relação das Tecnologias de Informação e Comunicação com a educação, encontrada em Lévy, Papert, Silva, Pretto, Bonilla e outros. Como resultados da pesquisa, destacam-se, além da constatação dos avanços e conquistas  verificados no processo de apropriação da Tecnologia Assistiva pelas escolas estudadas, também, e majoritariamente, as dificuldades e obstáculos encontrados nesse processo pelos profissionais entrevistados, juntamente com as demandas desses profissionais por ações mais efetivas das gestões centrais das redes educacionais públicas às quais pertencem, e por políticas públicas consistentes e sistemáticas que favoreçam uma maior agilidade e eficácia no processo de apropriação e uso da Tecnologia Assistiva necessária para a inclusão escolar de alunos com deficiência. Foi possível detectar e analisar, também, as contradições
existentes entre o paradigma educacional tradicional hegemônico nas escolas e os princípios da Educação Inclusiva, contradições essas percebidas como desestruturadoras dos processos de apropriação e uso da Tecnologia Assistiva por essas escolas. A partir dos dados obtidos, analisados e discutidos, são apresentadas possibilidades concretas de novos horizontes, perspectivas e políticas públicas que favoreçam e viabilizem o avanço nesses processos, tal como a implantação de Centros de Referência em Tecnologia Assistiva e Acessibilidade, e a construção de ambientes telemáticos de aprendizagem favorecedores de práticas educacionais escolares mais inclusivas e compatíveis com as necessidades da sociedade contemporânea.

Reflexão a partir da palestra do professor Claudio Baptista(PPGEDU/UFRGS), "A inclusão e seus sentidos:entre edifícios e tendas"

     Segundo Baptista, “é necessária uma transformação da escola e das alternativas educativas para favorecer a educação de todos, com garantia de qualidade... As mudanças necessárias transcendem o nível da didática... exigem prioritariamente uma discussão ética sobre as possibilidades e os limites do ato de ensinar/aprender.” O autor sugere que a partir do uso dos planos “compromisso” e “flexibilidade”, representados por uma “tenda”, expressão usada metaforicamente por ele; que nós, professores, devemos ter habilidade na construção dessas tendas, utilizando de nossos próprios recursos e instrumentos: a observação, o diálogo, a negociação e a avaliação.
    No que se refere a nossa escola, procura respeitar as individualidades e potencialidades do educando com vistas a valorizar a socialização e a convivência no ambiente escolar. Atender as necessidades educativas especiais e específicas de cada aluno, favorecendo-lhe o processo de aprendizagem, a integração social e escolar, para assegurar-lhe a formação necessária para o exercício da cidadania e seu reconhecimento na sociedade. Quanto à estrutura física, temos uma sala de recursos que é utilizada no turno inverso ao que o aluno freqüenta, mas ainda não recebemos o equipamento adequado ao Atendimento Educacional Especializado. Mesmo assim, é realizado um trabalho na construção de “tendas”, onde os professores se utilizam dos próprios recursos e instrumentos, aguardando pelos equipamentos e recursos multifuncionais, que serão muito bem-vindos para auxiliar e qualificar o nosso trabalho.
Ana Beatriz

Acampamento Farroupilha no Riachuelo

     Dia 16 de setembro desse ano, no Instituto Estadual Riachuelo em Capão da Canoa, aconteceu o ll Acampamento Farroupilha da escola. O evento foi organizado pela direção, professores e alunos do Ensino Médio, divididos em três piquetes, 1os., 2os. e 3os. Anos. , que montaram suas barracas na tarde do dia 16 e permaneceram até o amanhecer do dia 17, acompanhados de dois pais e professores responsáveis. Os alunos do Fundamental e comunidade caponense foram convidados a participarem  e a assistirem à Gincana Farroupilha até as 23h30 do dia 16. Após esse horário, ficaram na escola somente os integrantes dos Piquetes, os organizadores e juri. A gincana teve muitas atrações: jogos, brincadeiras, dança, música, chimarrão, fogo de chão, questões culturais e tarefas solidárias, realizadas durante toda noite com os  comunicadores da equipe da Rádio Riachuelo, que também montou seu piquete junto ao estúdio da mesma. O vencedor da gincana foi o Piquete terceirão, do 3º. Ano, com mais de 6 mil pontos, o segundo lugar ficou com o 1º ano e o terceiro lugar com o 2º.ano. Mas o mais importante do evento, foi o resgate da cultura gaúcha realizada por todos os participantes e como alguém já havia dito: uma verdadeira aula de cidadania.